quarta-feira, 14 de maio de 2008

poucas, mas boas e frescas

Boas! Que é como quem diz: já não nos víamos há algum tempo. O costume. Mas já estamos a meio de Maio e é hora de actualizar a audiência (risos na plateia, 2 ou 3, que é uma plateia pequena). E não actualizei mais cedo por não haver de facto nada de novo e que valesse a pena partilhar (que nós por cá, só partilhamos as coisas boas!). Há quase 2 meses saí da Lapónia com destino ao Algarve norueguês, mas sem intenção de "fazer férias". Vim para me re-unir, novamente (e quero fazer tudo para que nunca mais uma re-união se repita!), à menina do forcado, minha senhora, naturalmente. Mas, que diabo!, com ela re-uniões não dependem da geografia. Porquê, então, Arendal? Porque é na Noruega, e aqui a taxa de emprego é quase de 100%, o que animou a menina-minha-senhora para re-lançar a sua carreira profissional (e eu a minha, claro está. Pelo menos enquanto escrevo a tese, amealho alguns cobres para poder encomendar a Francisquinha); e porque fomos amavelmente "convidados" pela prima a usufruir de alojamento gratuito em sua casa. E o que quer que seja gratuito, num dos países mais caros do mundo, mais do que bem vindo, é abençoado! Entretanto o gratuito sofreu um revés estranho e repentino (daria - dará? - uma "análise" profunda, mas como este é um espaço de notícias boas, mesmo boas, mesmo, mesmo boas, não sobeja espaço algum para relatos tristes). Para lá das coisas tristes, há razões para a actualização! E não, não se trata da chegada da Vera, a prima, nem dos decotes norugos, os profundos. As notícias não são excelentes... a menina ainda não re-lançou a carreira (mas também já faltou mais), nem eu (mas também já faltou mais), e nem sequer comecei a tese que já devia estar pelo meio (mais também já faltou mais)... a boa notícia é que, finalmente consegui dar uso (com proveito) à cana de pesca: pesquei um bacalhau! Encontrei-me com o fiel amigo. Barbas nas barbas, literalmente! té téééééé´´éééééééé (som produzido em clara manifestação de alegria - tipo superdragões - ilustrado com detalhe; repararam na perda da voz algures pelo meio?).
Tal encontro só foi possível graças à simpatia e amizade de uma dupla fantástica de amigas (espanhola e "noruga"). Já aqui havia descrito a simpatia e disponibilidade norueguesas. E assim foi. Fomos recebidos por viks, numa casa vik (lar de uma família de galos de Barcelos) nos arredores de Portør, e por um cicerone sempre bem disposto, sempre disponível para uma piada, e, imagine-se, de boné portuga 5 quinas! E por isso, fica aqui o sincero reconhecimento e agradecimento pela fantástica hospitalidade e por aquele que foi até ao momento, provavelmente, o nosso melhor dia na terra dos fiordes. Depois da pescaria espero voltar rapidamente, não para relatar, mas para mostrar o resultado conseguido no prato com o juvenil bacalhau. E espero poder dizer em breve que a tese já tem algum parágrafo e, ou, que o financiamento da prole está assegurado!

p.s. Devido à caneta azul, a imagem dos profundos não pode ser partilhada. Pelo facto as minhas sinceras desculpas!

4 comentários:

Anabela Magalhães disse...

LINDO... o bacalhau!!!
LINDO... tu!!!!
E onde pára a menina do forcado???

Bjs para os dois e aguardo notícias da Francisquinha.

portugalilainen disse...

A menina do forcado... LIIIIINDA!!!

Até agora, tem sido trabalho, trabalho, trabalho... (ainda) não remunerado, à procura de trabalho!
E não é que ele está aí a espreitar? Está mesmo, mesmo, mesmo a chegar (eu sei de fonte segura que já partiu e se dirige para cá ;))

As e-visitas estão completamente desactualizadas pela escassez de e-acesso.

Beijos e até Julho!

Irene disse...

Olá!
Pelos vistos a pescaria está a dar resultados, hmhmhmh... pelo menos já há bacalhau!!!!
Depois de muita luta aparecem sempre os frutos:)
Beijinhos para ti e para a tua linda menina.
Francisquinha, lindo nome:)

portugalilainen disse...

Ouvi dizer o povo
e o povo bem que sabe,
Nem mal que sempre dure,
nem bem que nunca se acabe!

Sebastião Antunes

Vai passando por cá, que a gente gosta!